Especialidade · TEA

TEA (autismo)

Se você se cansou de ambientes que pedem máscara o tempo todo, aqui o objetivo é outro: regulação, fronteiras, comunicação e vida com menos burnout — com terapia adaptada e, quando necessário, avaliação neuropsicológica que sustenta hipóteses com rigor, sem apagar sua identidade.

Terapia que não trata autismo como ‘defeito’ — trata sofrimento com respeito.

Você pode estar buscando isso

  • Exaustão social, burnout ou shutdowns frequentes
  • Dúvida sobre diagnóstico tardio ou validação pós-diagnóstico
  • Conflitos no trabalho, estudo ou família por diferenças de ritmo e comunicação
  • Querer estratégias sem ‘treino para parecer neurotípico’

Serviços

Terapia e avaliação

Você pode contratar um dos caminhos — ou os dois, quando o caso pede clareza diagnóstica mais acompanhamento.

Psicoterapia neuroafirmativa

  • Rotina, previsibilidade e recuperação pós-demanda — no seu ritmo
  • Trabalho com ansiedade, humor e vergonha internalizada — sem culpar o autismo
  • Scripts, limites e autodefesa quando você quiser desenvolver
Como funciona a psicoterapia

Avaliação neuropsicológica

  • Clareza sobre perfil cognitivo e critérios quando o caso pede formalização
  • Laudo e recomendações alinhados à prática ética com adultos autistas
  • Integração com outros profissionais com seu consentimento
Sobre a avaliação neuropsicológica

Metodologia

Como penso o processo terapêutico

Adultos em busca de compreensão do próprio funcionamento, burnout social, demandas invisíveis e autocuidado legítimo.

  1. Escuta acolhedora para nomear necessidades (rotina, comunicação, ambientes) com clareza e sem julgamento.
  2. Estratégias práticas para lidar com sobrecarga, transições e relações — sempre no seu tempo.
  3. Integração com objetivos concretos: trabalho, estudos, autoconhecimento e qualidade de vida.

Se você quer terapia com olhar atualizado e ético sobre TEA em adultos, vamos conversar.

Por que escolher este trabalho comigo

Atualização constante em neurodiversidade: você não é projeto de ‘normalização’. O trabalho é viabilizar bem-estar real, com linguagem e método que fazem sentido para quem vive no espectro.

Se você quer um espaço onde ser autista não é problema a corrigir — escreva. A primeira mensagem é para alinhar expectativa, não para pressionar.

Base da prática

Terapia cognitivo-comportamental no seu perfil

A TCC oferece ferramentas para observar pensamentos e reações — mas no autismo o foco não é “corrigir” o seu funcionamento e sim reduzir sofrimento, construir previsibilidade e respeitar limites sensoriais e sociais. A abordagem é adaptada: neurodiversidade em primeiro lugar, sem romantizar sofrimento nem exigir mascaramento.

Adaptações que fazem sentido no TEA

Trabalhamos com clareza sobre o que é pedido do ambiente e o que é legítimo como necessidade — para que estratégias não virem mais uma camada de exaustão.

  • Antecipação e rotina: visualizar transições, prever mudanças e reduzir surpresas quando isso derruba a regulação.
  • Planejamento de recuperação após demandas sociais ou sensoriais — sem culpa por precisar de pausa.
  • Revisão de pensamentos que carregam vergonha (“eu deveria aguentar como os outros”): cognição flexível, com validação da sobrecarga real.
  • Habilidades práticas quando você quer: comunicação assertiva, scripts, limites — sem impor “performance social” como meta.
  • Para ansiedade ou humor: técnicas da TCC e, quando útil, integração com princípios de aceitação — sempre com seu consentimento.

O que eu não uso como “meta”

Não trabalho para que você “pareça mais neurotípico”. O objetivo é bem-estar, autonomia e relações sustentáveis — do jeito que forem possíveis para você.

Cada pessoa autista é diferente; o plano terapêutico é construído em conjunto, com ajustes de linguagem, ritmo e formato de sessão.

Contato · Atendimento online

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